Para manter a saúde financeira da organização, é essencial que o gestor entenda a diferença entre salário e remuneração, pois apesar de muitas vezes serem tratados como sinônimos, a distinção de tais significados existe e é necessária para não causar problemas trabalhista e/ou financeiros na empresa.
Ao ser empregado, o colaborador fornece à organização o seu conhecimento e execução de atividades e, para tanto, a empresa paga ao profissional um salário pelo tempo e pela prestação desses serviços.
Conheça a seguir os tipos de salários existentes:
Já a remuneração é o conjunto de todos os ganhos que o colaborador recebe, e isso inclui o salário e outras vantagens estipuladas no contrato de trabalho. Ou seja, o salário é uma remuneração, mas a remuneração não é um salário.
Alguns tipos de remuneração são:
A empresa que não se atenta para a distinção de tais conceitos pode sofrer prejuízos. Um exemplo é o caso de disputas trabalhistas embasadas no pagamento de salários e remunerações. Existe uma hierarquia em termos jurídicos, portanto, se a organização não tiver um contrato que estipule de forma detalhada o que é o salário e o que é a remuneração do colaborador, a mesma pode estar sujeita a penas e pagamento de multas.
Outro fator importante é que a empresa defina o salário de seus profissionais com base nas posições e responsabilidades de cada um para, assim, estipular a proporção entre salário e remuneração. Isso garante que a organização não ofereça nem um valor baixo, a ponto de gerar demissões e déficit em suas atividades, nem um valor acima do mercado, que resulte em problemas financeiros.
O valor ideal é aquele acordado entre ambas as partes e que defina uma relação de ganha-ganha. Cabe ao gestor estudar e administrar os recursos da empresa e obter resultados de excelência para a empresa.
Fonte (ibccoaching)