Educação: o Ensino Médio completo é fundamental para sonhar com uma vaga. O nível educacional é indicativo de que o trabalhador tem as ferramentas básicas para atender bem um cliente, por exemplo.
Estabilidade: um candidato só com experiências de trabalho anteriores curtas (de seis meses, por exemplo) pode perder uma vaga. Porque isso pode indicar instabilidade emocional ou dificuldade de cumprir metas. Considera-se estabilidade a partir de um ano de atuação.
Experiência: há interesse em um profissional que atuou em áreas diferentes. Um candidato que trabalhou no setor de vestuário e de móveis, por exemplo, mostra capacidade de se adaptar e versatilidade. Isso conta pontos preciosos.
Reciclagem: quem não ficou parado no tempo atrai mais os empregadores. Falta de grana não justifica a falta de cursos, palestras ou workshops no currículo. Contam também, e muito, atividades gratuitas.
Foco: não se procura trabalhador que diga "qualquer coisa serve". Alguém que tem foco, que sabe onde quer atuar, onde procurar as oportunidades, interessa mais ao empregador.
Tudo em dia: é preciso estar com o currículo atualizado e a Carteira de Trabalho na mão, além dos documentos pessoais, como identidade e título de eleitor. Muita gente fica pelo caminho na seleção porque não está com a documentação em dia.
– O empregador olha com atenção o trabalhador temporário. É uma forma de experimentar aquele profissional antes de oferecer um contrato fixo.
– A crise econômica tem colocado gente qualificada na fila por emprego. O lojista atento vai querer ficar com esse trabalhador, que, em outra situação, seria mais caro de ser contratado.
– Nem sempre é necessário criar uma nova vaga. A empresa gosta de comparar a produtividade do temporário com os demais empregados e, se for o caso, fazer uma troca.
– Um trabalhador que toma a iniciativa e não precise a todo momento ser orientado e motivado é tudo o que uma empresa procura.
– A vaga temporária surge no período em que muita gente pensa mais em praia, folga e férias. Quem se concentrar e entender que a hora é de mostrar serviço e deixar o lazer para depois pode saltar aos olhos dos gestores.
– Buscar superar as metas traçadas (que aumentam os vencimentos no final do mês no varejo, por exemplo) e não se contentar com a remuneração básica é um comportamento que vale ouro. Se a empresa tiver condições, vai querer esse trabalhador efetivado.
Fontes: AST Facilities, Asserttem, Fecomércio/RS e FCDL/RS